O que não se delega: a fronteira entre apoio operacional da IA e o ato privativo do psicólogo
Uma ferramenta de inteligência artificial pode transcrever, organizar, resumir e sinalizar padrões, e nada disso é exercício da psicologia, mas no instante em que a mesma ferramenta formula a hipótese, decide a conduta ou assina o que será lido como avaliação psicológica ela cruza para dentro de um ato que a lei reserva a uma pessoa profissional responsável, e é exatamente essa linha, e não a sofisticação do modelo, que separa o apoio legítimo da substituição indevida.