Mapeamento das resoluções vigentes, das lacunas regulatórias e das posições dos principais conselhos internacionais sobre o uso de IA em contextos clínicos de psicologia.
O Código de Ética e as resoluções vigentes oferecem princípios (sigilo, autonomia, não-maleficência) aplicáveis à IA, mas sem protocolos específicos. Isso cria uma zona cinzenta que profissionais precisam navegar com critério e documentação.
A APA publicou em junho de 2025 o Ethical Guidance for AI in the Professional Practice of Health Service Psychology. O BPS segue linha similar, com foco em transparência e consentimento. O CFP divulgou em dezembro de 2025 as cartilhas Inteligência Artificial na Psicologia: guia para uma prática ética e responsável e Chatbots, Inteligência Artificial e sua Saúde Mental, além de posicionamento institucional sobre o uso de IA na prática psicológica, resultado do grupo de trabalho interno sobre IA e Psicologia.
Human-in-the-loop: a IA como ferramenta de suporte, com profissionais tomando todas as decisões clínicas e validando qualquer informação antes de compartilhá-la com a pessoa atendida. Consistente com os princípios éticos vigentes e defensável perante o CFP.